Será que existe uma razão para todas as coisas , sou fãn dos porquês ....
pois acho que não temos todos o mesmo discernimento nem temos todos a mesma visão das coisas ...
Esta mente de desassossego .....leva-nos por todos os caminhos !
Quando sabemos , sabemos , pronto .....
Mas e quando temos duvidas ....também sabemos ....
terça-feira, 23 de Outubro de 2007
segunda-feira, 15 de Outubro de 2007
Há dias assim ...
Hoje acordei a pensar: " Tão perto e tão distante "
envolvimentos, quando são tratados com carinho e
respeito, quando olhamos nos olhos e sorrimos, demonstramos o
que há de mais importante entre duas pessoas: A amizade, o respeito, o
carinho, o zelo e até mesmo o amor.
Uma decepção pode diminuir o tamanho de um amor que parecia ser grande.
Uma ausência pode aumentar o tamanho de um amor que parecia ser ínfimo.
É difícil conviver com esta elasticidade.
envolvimentos, quando são tratados com carinho e
respeito, quando olhamos nos olhos e sorrimos, demonstramos o
que há de mais importante entre duas pessoas: A amizade, o respeito, o
carinho, o zelo e até mesmo o amor.
Uma decepção pode diminuir o tamanho de um amor que parecia ser grande.
Uma ausência pode aumentar o tamanho de um amor que parecia ser ínfimo.
É difícil conviver com esta elasticidade.
A VIDA ...
Apesar de ser fascinante e misteriosa, a vida é simples. COMO TU DIZES ...A Vida é a possibilidade de viver...ALIÁS DE VIVERMOS EM CONJUNTO....
A experiência é a sua maior causa....CADA PASSO QUE JA PASSAMOS , DIZES TU
A vida é para ser percorrida na simplicidade, compreensão, devemos sentir, estarmos presentes e observar o aqui e o agora, o que realmente é a vida.... TENTO ISTO TODOS OS DIAS MAS SABES AINDA Á DIAS QUE ME ESQUEÇO ...
A experiência é a sua maior causa....CADA PASSO QUE JA PASSAMOS , DIZES TU
A vida é para ser percorrida na simplicidade, compreensão, devemos sentir, estarmos presentes e observar o aqui e o agora, o que realmente é a vida.... TENTO ISTO TODOS OS DIAS MAS SABES AINDA Á DIAS QUE ME ESQUEÇO ...
Amor...

Tudo o que é de mais enjoa, diz-se. Mas faz sentido que seja assim? Porque é que uma coisa de que gostamos há-de enjoar-nos? Se gostamos tanto será que há limite para deixarmos de querer? Parece-me que não. É porque gosto que cada vez quero mais e não há neste querer lugar para não querer. Não há equilíbrio na minha balança, ou gosto ou odeio. E quando gosto quero muito, quando odeio não quero nada. Por isso não sei o que é gostar ou querer em demasia, para mim não existe amar em excesso. Se amo, amo cada dia mais. Antes pecar por excesso do que por defeito.
sexta-feira, 12 de Outubro de 2007
vivemos para escolher
28/Mar/2007 23:44
E este o verdadeiro proposito da vida ...decidir , e ser o que realmente es ....
Faze-lo todos os dias , em cada accao , em cada pensamento , em cada palavra ....
A vida e isso mesmo !!!!!! juntar cada bocadinho e ver se faz sentido .... uma serie de movimentos minimos incrivelmente rapidos .
por isso nada e o que parece ....
a impermanencia e a unica verdade , nada permanece .
tudo muda , a todo instante , a cada momento .
o proprio conceito da permanencia depende da impermanencia para ter significado .
pensa lá...
por vezes a maior verdade reside na contradicao .... vivemos para contradizer ...a estabilidade nao existe ...e uma ilusao .
estas profundamente empenhado em ser algo que nao es ..... ouvimos insultos quando apenas foi feita uma observacao ...... nao aceitamos o que nos foi observado .
nao se pode mudar aquilo que nao se aceita ...pois
aquilo a que se resiste , presiste .....
aquilo pra que se olha , desaparece ....
aquilo que se nega , declara-se .....
aquilo que se declara , cria-se ...
a negacao de uma coisa e a sua re-criacao .....
presisamente .....
nao somo nem constantes nem previsiveis ... apenas criamos essa ilusao ....mantem-te inteiro , ve a ilusao , goza-a ..... mas nao te tranformes nela ....
voltamos entao .... a verdade é contraditoria ....sim , sim , sim
contradiz-te ....
experimenta ....
e sorri
quinta-feira, 11 de Outubro de 2007
Passo a passo...
Às vezes é preciso aprender a perder, a ouvir e não responder, a falar sem nada
dizer, a esconder o que mais queremos mostrar, dar sem receber, sem cobrar, sem reclamar.
Às vezes, é preciso partir antes do tempo, dizer aquilo que mais se teme dizer, arrumar a casa e a cabeça, limpar a alma. Às vezes, mais vale desistir do que insistir, esquecer do que querer. No ar ficará para sempre a dúvida se fizemos bem, mas pelo menos temos a paz de ter feito aquilo que devia ser feito, somos outra vez donos da nossa vida.
Às vezes, é preciso abrir a janela e jogar tudo borda fora, queimar cartas e fotografias, esquecer a voz e o cheiro, as mãos e a cor da pele, apagar a memória sem medo de a perder para sempre, esquecer tudo, cada momento, cada minuto, cada passo e cada palavra, cada promessa e cada desilusão, atirar com tudo para dentro de uma gaveta e deitar fora a chave.
Porque quem parte é quem sabe para onde vai, quem escolhe o seu caminho, mesmo que não haja caminho, porque o caminho se faz a andar. O sol, o vento o céu e o cheiro do mar são os nossos guias, a única companhia, a certeza que fizemos bem e que não podia ser de outra maneira.
Quem fica, fica a ver, a pensar, a meditar, a lembrar. Até se conformar e um dia então, esquecer.
As Crónicas da Margarida, Margarida Rebelo Pinto
(texto com supressões)
palavras ...são o que valem
saõ o que nós centram ... as vezes quero me esquecer delas ...
porque realmente acho que por vezes já não valem ....
informação ?... desabafo ?.. contradição ? ....
são o que quizermos ... e nisso acredito sempre !!!
sofia....
"Palavras que eu despi da sua literatura,/Para lhes dar a sua forma primitiva e pura,/De fórmulas de magia."
Sophia de Mello Breyner Andresen
dizer, a esconder o que mais queremos mostrar, dar sem receber, sem cobrar, sem reclamar.
Às vezes, é preciso partir antes do tempo, dizer aquilo que mais se teme dizer, arrumar a casa e a cabeça, limpar a alma. Às vezes, mais vale desistir do que insistir, esquecer do que querer. No ar ficará para sempre a dúvida se fizemos bem, mas pelo menos temos a paz de ter feito aquilo que devia ser feito, somos outra vez donos da nossa vida.
Às vezes, é preciso abrir a janela e jogar tudo borda fora, queimar cartas e fotografias, esquecer a voz e o cheiro, as mãos e a cor da pele, apagar a memória sem medo de a perder para sempre, esquecer tudo, cada momento, cada minuto, cada passo e cada palavra, cada promessa e cada desilusão, atirar com tudo para dentro de uma gaveta e deitar fora a chave.
Porque quem parte é quem sabe para onde vai, quem escolhe o seu caminho, mesmo que não haja caminho, porque o caminho se faz a andar. O sol, o vento o céu e o cheiro do mar são os nossos guias, a única companhia, a certeza que fizemos bem e que não podia ser de outra maneira.
Quem fica, fica a ver, a pensar, a meditar, a lembrar. Até se conformar e um dia então, esquecer.
As Crónicas da Margarida, Margarida Rebelo Pinto
(texto com supressões)
palavras ...são o que valem
saõ o que nós centram ... as vezes quero me esquecer delas ...
porque realmente acho que por vezes já não valem ....
informação ?... desabafo ?.. contradição ? ....
são o que quizermos ... e nisso acredito sempre !!!
sofia....
"Palavras que eu despi da sua literatura,/Para lhes dar a sua forma primitiva e pura,/De fórmulas de magia."
Sophia de Mello Breyner Andresen
cinderelas de hoje

....a liberdade assusta. Ela apresenta-nos possibilidades para as quais não nos sentimos preparadas: promoções, responsabilidades, oportunidades de viajarmos sozinhas sem homens a conduzirem-nos, oportunidades de fazermos amigos por nossa conta.
Todo o tipo de perspectivas rapidamente se abriu às mulheres; juntamente com isso, porém, vieram novas exigências: que cresçamos e paremos de nos esconder sob o manto paternalista daquele que escolhemos para representar o ente “mais forte”; que comecemos a basear as nossas decisões nos nossos pr6prios valores, e não nos dos nossos maridos, pais ou professores.
A liberdade requer que nos tornemos autênticas e fiéis para connosco. Aqui é que surge a dificuldade. E ela surge repentinamente, quando não basta apenas sermos “uma boa esposa”, ou “uma boa filha”, ou “uma boa aluna”. Pois, ao iniciarmos o processo de separar de nós as figuras de autoridade a fim de nos tornarmos autónomas, descobrimos que os valores que julgávamos serem nossos não o são. Pertencem a outrém – a pessoas de um passado vivo e demais abrangente.
Por fim a hora da verdade emerge:
“Realmente não tenho quaisquer convicções pr6prias.
Realmente não sei no que acredito».
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